APRESENTAÇÃO:

O ESPETÁCULO - A PATOLOGIA

AUTÓPSIA é um espetáculo composto a partir da adaptação de cinco emblemáticas obras do dramaturgo brasileiro Plínio Marcos, um dos maiores e mais importantes nomes da dramaturgia nacional. Dividida em dois atos, a peça reúne trechos das peças “Quando as Máquinas Param”, “Navalha na Carne” e “Querô: Uma Reportagem Maldita” no Primeiro Ato e “Dois Perdidos numa Noite Suja” e “Abajur Lilás” no Segundo Ato. Os atos possuem estrutura independente, sendo apresentados em dias alternados, podendo o espectador assistir um ou outro ato sem comprometer seu diálogo com a obra. A encenação e direção de Jonathan Andrade propõem interpretes entregues e expostos a um jogo honesto dentro do universo crítico e poético de Plínio, retratando e explicitando cenas com forte teor de violência e nudez, tramadas por um complexo tecido de relações de poder, desejos e opressões. A diversidade de idades e experiências do elenco, a paisagem musical ao vivo, a cenografia feita a partir de lixo e resíduos de Brasília compõem a mítica desse projeto, que busca homenagear o versátil artista Plínio Marcos e todo seu imenso legado em dezesseis anos de seu falecimento.

AUTÓPSIA busca na força da obra desse dramaturgo, a complexa e densa realidade ética, política e econômica de algumas camadas sociais. As obras problematizam, a partir de paisagens humanas desoladoras, a existência persistente de seres humanos que lutam pela sua sobrevivência. Espelha a simplicidade de qualquer vida que se debate sobre sentimentos, necessidades e contextos comuns: solidão, amor, esperança, sonhos, memórias, opressão, violência, liberdade etc. Provoca, por meio de fatos e estatísticas reais, um olhar atual que dialoga com aspectos marcantes da realidade de grandes centros urbanos, noticiados a todo instante pela mídia: racismo, desigualdade social, desemprego, misoginia, machismo, homofobia, transfobia, violência doméstica etc. Autópsia é – em meio a todo o caos - um grito inconformado por uma humanidade mais justa e afetuosa.

“Para onde vamos?”, questiona Leninha ao final de Abajur Lilás.

histórico
DO PROJETO:

HISTÓRICO DO PROJETO - A BIÓPSIA

A idéia do projeto surgiu em 2011 como exercício da disciplina de Montagem I e II na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, sob a orientação do professor e diretor Jonathan Andrade. O projeto, surgido nessa instituição de ensino também se inspirou no sonho da grande artista Dulcina de Moraes e na resistência de seu legado. Há anos a faculdade luta para que esse imensurável patrimônio possa sobreviver a dificuldades estruturais e financeiras, dificuldades essas que a própria localidade, o CONIC, área próspera e marginalizada pela cidade também enfrenta. Essas características confluíram para todo o DNA do projeto, e foram berço para toda encenação que mergulhou em uma poética marginal e precária de Plínio Marcos.

O projeto pesquisou e explorou atuações cotidianas, naturalistas, viscerais e uma encenação intimista, experimental e pobre. Esses nortes ainda se mantêm como impulsionadores da estética do espetáculo, que mantém sua rotina de ensaio e treinamento.

Autópsia (Atos 1 e 2) integra o repertório do Grupo Sutil Ato, que neste ano (2016) completa 10 anos de atuação no cenário cultural do DF e Brasil. O espetáculo foi contemplado pelo Fundo de Apoio a Cultura no módulo de Montagem (Edital 2013) e obteve uma temporada de grande êxito nas cidades de Vila Telebrasília, Santa Maria, Ceilândia e Plano Piloto, assistido por aproximadamente de 2.500 pessoas. A encenação, com elementos estéticos ritualísticos, violentos e marginais, gerou impacto com interpretes expostos a fortes performances naturalistas. Crítica e retornos de público atestaram a potência do trabalho com excelente uso da teatralidade e criticidade poética de Plínio. Autopsia se apresentou em 2014 no Festival Cena Contemporânea, assistido por pouco mais de 800 pessoas, tendo sido considerado pelo público e pela critica em enquete realizada pelo Correio Braziliense, o melhor espetáculo brasiliense da mostra, e também melhor direção.

Realizou diversas ações em Brasília: Oficinas de treinamento de ator; Palestra sobre vida e obra do autor com Ricardo Barros, filho de Plínio; Apresentação exclusiva para EJA (Ensino de Jovens e adultos) em Santa Maria. O espetáculo também foi contemplado pelo Fundo de Apoio a Cultura no edital de Difusão e Circulação (Edital 2014), realizando temporada com um grande retorno de público e mídia em Goiânia (GO), Campo Grande (MT), em 2015, e em Belo Horizonte em 2016. Também em 2016 realizou temporada no Teatro da Caixa, em Brasília, na cidade Recanto das Emas exclusivamente para EJA (Ensino de Jovens e Adultos), e no município Morrinhos, interior de Goiás.

Recebido por grandes e renomadas instituições (Caixa, CCBB, FUNARTE, dentre outros), AUTÓPSIA já foi assistido por aproximadamente 7.000 espectadores desde 2014.

RELEASE :

O DIAGNÓSTICO

A falta. O limite. O excesso. A infinitude de desejos e sonhos que disputam, irremediavelmente, sobreviver numa rinha de cotidiano precário. Tudo vale ou tudo se justifica para continuar vivendo. A montagem se compõem a partir das peças “Quando as Máquinas Param”, “Navalha na Carne” , “Querô - Uma reportagem maldita”, “Dois perdidos numa noite suja” e “O Abajur Lilás”  de Plínio Marcos. Um olhar nú e cru sobre realidades brasileiras atuais.

Tema: RELAÇÕES HUMANAS (Retratos de violências, opressão, sonhos e liberdade)

Gênero: DRAMA

Indicação etária: 18 ANOS

Ficha técnica:

AS CÉLULAS

 

 

Direção: Jonathan Andrade

Produção Geral: Grupo Sutil Ato e Carvalhedo Produções

Produção Executiva e Direção de produção: Tatiana Carvalhedo

Núcleo de Produção do Grupo Sutil Ato: Jeferson Alves, Jonathan Andrade, Ricardo Brunswick e Pedro Ribeiro

Assessoria de Imprensa: Rodrigo Machado (Território Cultural – Brasília)/ Outras assessorias conforme localidade a ser apresentada.

Sonoplastia: Cesar Lignelli

Cenografia e Figurino: Jonathan Andrade

Iluminação: Dalton Camargo e Moises Vasconcellos

Operação de Luz: Paulo Bittencourt

Acompanhamento Vocal (Fonoaudióloga): Dianete Ângela

Preparação Musical: Gislene Macedo

Designer gráfico/ programação visual: Henrique Macêdo

Elenco: Iza Faria, Jeferson Alves, Maria Eugênia Félix, Mário Luz, Pedro Ribeiro, Regina Sant’Ana e Ricardo Brunswick.

Cenotécnico: Marno Matte

Músico: Junai Gonzaga

Fotógrafos: Diego Bresani, Roberto Ávila, Sartoryi, Thiago Sabino e Layza Vasconcellos

Registros e teasers: Márcia Regina, Diego Rodrigues, Rodrigo Fischer

 

 

GRUPO SUTIL ATO

gruposutilato@gmail.com


Jonathan Andrade
(61) 9 8142-6422
jonathandrade@gmail.com

Ricardo Brunswick
(61) 9 8451-5123
brunswick@hotmail.com

 

Jeferson Alves
(61) 9 8623- 4993

 

Mário Luz

(61) 9 9566-6336

 

Enviando formulário…

O servidor encontrou um erro.

Formulário recebido.